Em 31 de agosto de 1842, Joseph Smith disse: “Se o Senhor Onipotente me preservou até o dia de
hoje, continuará protegendo-me (…) até que haja cumprido por completo minha obra nesta vida”.
[Ensinamentos do Profeta Joseph Smith, sel. Joseph Fielding Smith (São Paulo: Centro Editorial
Brasileiro), p. 251.]
Em 22 de janeiro de 1843, Joseph Smith disse aos santos: “Não me sacrificarão até que chegue a
minha hora; então, serei oferecido livremente”. (Ensinamentos, p. 268.)
Em 15 de outubro de 1843, Joseph Smith disse: “Profetizo que jamais terão o poder para matarme,
até que tenha cumprido a minha obra e esteja pronto para morrer”. (Ensinamentos, p. 320.)
Em 7 de abril de 1844, Joseph Smith disse: “Não posso descansar até que todo o meu trabalho
esteja terminado”. (Ensinamentos, p. 353.)
Em abril de 1844, Joseph Smith disse: “Irmãos, quisera poder viver para ver este templo construído. Não viverei para vê-lo, mas vocês o verão”. [The Discourses of Wilford Woodruff (Discursos de Wilford Woodruff), sel. G. Homer Durham (Salt Lake City: Bookcraft, 1946), p. 72.]
Em 22 de junho de 1844, Joseph Smith disse: “Declarei a Stephen Markham que, se nos aprisionassem novamente, a mim e a Hyrum, seríamos assassinados, ou eu não era um profeta de Deus”. (Ensinamentos, p. 368.)
Em 23 de junho de 1844, Hyrum disse a Joseph: “Voltemos e entreguemo-nos e vejamos como se
encaminharão as coisas”. Joseph respondeu: “Se voltares, irei contigo, mas seremos assassinados”.
[Ensinamentos do Profeta Joseph Smith, sel. Joseph Fielding Smith (Co., 1976), p. 369.]
“Depois que os corpos foram lavados e vestidos em seus trajes fúnebres, tivemos a permissão de vê-los.
Por muito tempo eu vinha juntando toda a coragem, reunindo toda a energia de minha alma e
implorando a Deus que me fortalecesse, mas quando entrei na sala e vi meus filhos assassinados
estendidos diante de meus olhos e ouvi os soluços e gemidos de minha família (…) aquilo foi demais
para mim. Não suportei e clamei ao Senhor na agonia de minha alma: ‘Deus meu, Deus meu, por
que desamparaste esta família?’ Uma voz respondeu: ‘Tomei-os para Mim, para que pudessem descansar’. (…) Naquele instante, passaram-me rapidamente pela mente todos os momentos de sofrimento e aflição que havíamos enfrentado juntos. (…) Enquanto contemplava seus rostos tranqüilos e sorridentes, pareceu-me ouvi-los dizer: ‘Mãe, não chore por nós, vencemos o mundo por meio do amor; oferecemos a eles o evangelho para que suas almas pudessem ser salvas; mataramnos por causa de nosso testemunho, colocando-nos assim longe do alcance de seu poder; sua supremacia é momentânea, mas eterno é nosso
triunfo”’. [History of Joseph Smith, ed. Preston Nibley (Salt Lake City: Bookcraft, 1958), pp. 324–325.]
Em D&C 135. Há algumas contribuições feitas pelo Profeta Joseph Smith que estão relacionadas nessa seção. Neste periodo o Profeta havia enviado a maior parte do Quórum dos Doze Apóstolos para missões em lugares distantes pouco antes desses acontecimentos. Os dois que permaneceram, os Élderes John Taylor e Willard Richards, foram testemunhas do martírio. A vida deles foi milagrosamente preservada.
Fonte do artigo estudos pessoais e pesquisas.
History of the Church, 6:271–274, 278–281, 284–286, 331–333, 341, 344–361, 398–631.
Comprehensive History of the Church, 2:221–308. Readings in LDS Church History, 1:465–512.
Dallin H. Oaks, “Bênçãos do Sacerdócio”, A Liahona, julho de 1987, pp. 35–38. O Élder Oaks, que é descendente de Emer Harris, fala a respeito da bênção prometida pelo Profeta Joseph Smith a Dennison Lott Harris e Robert Scott, que se mostraram dispostos a sacrificar a vida pelo Profeta. Kenneth W. Godfrey, “The Road to Carthage Led West” (A Estrada para Carthage Seguia para o Oeste), Brigham Young University Studies, inverno de 1968, pp. 204–215.